segunda-feira, 12 de agosto de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
[Rabiscos] Vestido branco
Vestido branco
Então eu estou aqui, olhando para ela. E eu
não consigo me lembrar de um dia em que ela estivesse mais bonita. Com seu
vestido branco, sua maquiagem leve, seu sorriso tímido. Não consigo me lembrar
de uma vez em que eu a amasse mais do que nesse momento.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Pra foder com sua mente - Eraserhead (1977)
Título original: Eraserhead
Direção: David Lynch
Ano: 1977
Gênero: Terror/ Ficção científica
Sinopse: O filme segue um curto período da vida de Henry Spencer (Jack Nance), um impressor de férias. Henry descobre que sua namorada, Mary X (Charlotte Stewart), deu origem a um deformado e monstruoso bebê. Após um tumultuado e breve período vivendo juntos, Mary deixa o bebê aos cuidados de Henry. Ele tem algumas visões bizarras de uma mulher no seu radiador, e um sonho em que a cabeça de Henry é utilizada para fazer lápis borracha. Estas ocorrências levam Henry a matar o bebê.
Eraserhead polarizada e confunde muitos críticos e apreciadores de filmes mas se tornou um clássico cult. Em 2004, o filme foi considerado “culturalmente, historicamente e esteticamente significativo” pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e selecionado para preservação no National Film Registry. Lynch já chamou-lhe um “sonho de coisas escuras e perturbadoras” e seu “filme mais espiritual.”
Direção: David Lynch
Ano: 1977
Gênero: Terror/ Ficção científica
Sinopse: O filme segue um curto período da vida de Henry Spencer (Jack Nance), um impressor de férias. Henry descobre que sua namorada, Mary X (Charlotte Stewart), deu origem a um deformado e monstruoso bebê. Após um tumultuado e breve período vivendo juntos, Mary deixa o bebê aos cuidados de Henry. Ele tem algumas visões bizarras de uma mulher no seu radiador, e um sonho em que a cabeça de Henry é utilizada para fazer lápis borracha. Estas ocorrências levam Henry a matar o bebê.
Eraserhead polarizada e confunde muitos críticos e apreciadores de filmes mas se tornou um clássico cult. Em 2004, o filme foi considerado “culturalmente, historicamente e esteticamente significativo” pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e selecionado para preservação no National Film Registry. Lynch já chamou-lhe um “sonho de coisas escuras e perturbadoras” e seu “filme mais espiritual.”
Comentário no site Download Cult: "Não é terror, mas tem terror, não é suspense, mas tem suspense, não é drama, mas representa o drama da vida cotidiana que pode assolar a todos nós."
quarta-feira, 3 de abril de 2013
[Rabiscos] A morte está na mesa
Quando eu
era criança, era bom tomar café em família. Mais que bom, era comum. Hoje, cada
um tem seu compromisso, sai quando deve e come quando der. Tanto que, hoje, eu
também tomo café da manhã sozinho, lendo o jornal e olhando minhas pantufas
laranja. Seria até cômico se não tão trágico. Mas eu tento amenizar tudo isso
com lembranças daqueles cafés em família. (Cafés esses que me deixaram com uma
bela úlcera).
Mas, um dia o vovô morreu. Assim, no humor
curto e grosso de Deus. Na manhã seguinte, todos olhavam para a cadeira vazia
que ele deixara. Inclusive a clara, com só cinco anos.
- Cadê o
vovô?
- O vovô
morreu – assim, no humor curto e grosso de meu pai.
- O que é
morrer?
Às vezes, as crianças fazem umas perguntas
filosóficas demais para os adultos pensarem. E profundas demais para os
cientistas resolverem.
- Morrer é
quando alguém é transformado num anjo e levado pro Céu – assim, no humor frio mas
carinhoso de minha mãe.
- Morrer é
quando um bicho gigante entra no seu cérebro e você pára de respirar – assim,
no humor mais infantil de meu irmão.
- Morrer é
morrer, e pronto! – simples, curto e grosso.
Assim, tudo ao mesmo tempo...
Ninguém disse mais nada. Minha irmã não
perguntou nada para mim; na verdade, depois de uns cinco minutos, ela já tinha
esquecido pergunta e respostas, beliscando o bolo de milho.
Eu também nunca disse nada. Nem naquele dia
e até hoje. Seria demais eu dizer que vovô não tinha morrido: estava ali; tinha
deixado um pedacinho seu com cada um de nós. Assim, à la O Pequeno Príncipe mesmo.
Mas mesmo assim...
Mesmo assim, ainda hoje, alternando o olhar
entre um café que eu não deveria tomar e minhas pantufas laranjas, eu continuo
me perguntando: que diabos é morrer?
sábado, 30 de março de 2013
Por que ler As Crônicas de Gelo e Fogo
Você com certeza já ouviu falar de As
Crônicas de Gelo e Fogo ou de Game of Thrones no mundo da telinha. A não ser,
claro, que você viva num mundo paralelo onde a globalização ainda não tenha se iniciado;
mas, sendo assim, você nem estaria lendo isso, então vamos voltar ao assunto
principal. A obra de George R. R. Martin já vinha fazendo um enorme sucesso na
crítica e garantindo muitos fãs por aí; mas depois da série da HBO inspirada
nos livros, houve o boom, inclusive aqui no Brasil. Só se falava disso; e ainda
se fala, principalmente nessa semana, já que a terceira temporada da série
televisiva estréia nesse domingo, dia 31. Mas esse não é ponto aqui.
O ponto é: o que faz As Crônicas de Gelo e
Fogo ser tão especial? Bruxaria? Hipnose? George Martin é na verdade uma
reencarnação de Hitler? Bem, não (ou sim, quem sabe, né?). Mas, eu, que estou
no quinto livro da série (A Dance with Dragons – A Dança dos Dragões) e gosto de
me considerar uma fã nível médio dos livros, por indicação de uma colega, vou
fazer uma pequena listinha com motivos por que ler As Crônicas de Gelo e Fogo.
Lembrando que é a minha opinião, então sem gracinhas. E se eu soltar algum
spoiler sem querer podem me xingar que eu retiro.
Resenha: Desaparecido para sempre
Título original: Gone for Good
Autor: Harlan Coben
Páginas: 321
Sinopse: Will Klein, quando garoto, tinha um herói: seu irmão Ken. Eis que um dia, uma garota da vizinhança (ex-namorada de Will) é estuprada e brutalmente assassinada. E o pior: Ken é considerado o principal suspeito. Ken desaparece sem deixar pistas. Para aumentar ainda mais a tensão na vida de Will, sua namorada também desaparece. Além disso, alguém parece querer manter certos fatos sob sigilo a todo custo... O autor conduz o leitor às mais ardilosas viradas na trama. Um mistério que vai levá-lo ao mais surpreendente desfecho; um suspense que mostra a busca pelo assassino, pela vítima, pela verdade
Autor: Harlan Coben
Páginas: 321
Sinopse: Will Klein, quando garoto, tinha um herói: seu irmão Ken. Eis que um dia, uma garota da vizinhança (ex-namorada de Will) é estuprada e brutalmente assassinada. E o pior: Ken é considerado o principal suspeito. Ken desaparece sem deixar pistas. Para aumentar ainda mais a tensão na vida de Will, sua namorada também desaparece. Além disso, alguém parece querer manter certos fatos sob sigilo a todo custo... O autor conduz o leitor às mais ardilosas viradas na trama. Um mistério que vai levá-lo ao mais surpreendente desfecho; um suspense que mostra a busca pelo assassino, pela vítima, pela verdade
domingo, 17 de março de 2013
[Rabiscos] A quem interessar possa
A quem interessar possa
A quem interessar possa
Não amo mais.
Amei e deixei de amar
Deixei de amar a mim mesma
Deixei de amar a beleza
Me obrigaram a deixar de amar
A quem interessar possa
Não me machuco mais.
Já fui machucada
Já tiraram meu escudo
Me machucaram quando amei.
A quem interessar possa
Não me importo mais.
Já me importei
Já me doei
E doeu
Não se importaram quando fui machucada no amor.
A quem interessar possa
Não vivo mais
Deixei de amar
Quando me machucaram
E não se importaram.
Sei que a ninguém interessa
Mas não vivo mais
Só espero
Só existo.
Se a ti interessar
Viva.
Obs: texto de minha autoria. Dê os devidos créditos
A quem interessar possa
Não amo mais.
Amei e deixei de amar
Deixei de amar a mim mesma
Deixei de amar a beleza
Me obrigaram a deixar de amar
A quem interessar possa
Não me machuco mais.
Já fui machucada
Já tiraram meu escudo
Me machucaram quando amei.
A quem interessar possa
Não me importo mais.
Já me importei
Já me doei
E doeu
Não se importaram quando fui machucada no amor.
A quem interessar possa
Não vivo mais
Deixei de amar
Quando me machucaram
E não se importaram.
Sei que a ninguém interessa
Mas não vivo mais
Só espero
Só existo.
Se a ti interessar
Viva.
Obs: texto de minha autoria. Dê os devidos créditos
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